sábado, 14 de janeiro de 2012

“O sonho é ver as formas invisíveis da distância imprecisa”

Para uns, o sonho não passa de um conjunto de ideias ou imagens que não nos leva a lado nenhum, contudo outros têm que sonhar para conseguir viver, pois o sonho comanda a vida.
Quando somos pequenos todos temos sonhos sobre o que queremos ser quando formos grandes, mas muitos desses sonhos parecem-nos impossíveis ou até desaparecem mais tarde porque não sabemos como os atingir, como os alcançar, como os tornar visíveis e não serem apenas parte da nossa imaginação.
Todos eles parecem ser inalcançáveis, parecem ser ficção. Serão apenas actos que queríamos e/ou desejávamos que se tornassem realidade? Ou não serão estes que nos dão vontade de viver?
Valerá a pena nos tornarmos pessoas sem objectivos sem ambições sem vontade de conhecer ou descobrir mais, o sonho mostra-nos que nada está a grande distância nada é invisível apenas temos de lutar e continuar a sonhar.
A vida é um sonho, pois tudo o que parece impossível por um breve instante torna-se realidade.
Decidi voltar a escrever e a exprimir aquilo que sinto :)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nunca sei o que escrever, nunca sei o que pensar, nunca sei o que sentir, não é fácil viver a vida, mas também nunca ninguém disse o contrário.
As amizades mais depressa vão do que vêem, o amor quando vai raramente volta, se tudo fosse fácil, todos eram felizes, todos tinham o que precisavam, ninguém tinha dificuldades.
Mas como recuperar uma amizade que significa muito e está em riscos de se perder, como reparar os erros cometidos, são perguntas que giram no meu pensamento, perseguem-me todos os dias.
Contudo as respostas escasseiam. Será que para tudo voltar ao normal seria preciso voltar o tempo atrás? Voltar ao passado e remediar acções e actos que fizemos? Ou será que se for uma amizade verdadeira vai resistir a todas as barreiras que aparecem? 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Alguém me ouviu- Boss Ac

Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz…

Chorei,
Mas não sei se alguém me ouviu
Então sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga, porque, me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…

Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo...
Busquei,
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo...

Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro
Quando penso que tudo vai passar
Parece que mais me enterro
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver
E penso para mim mesmo será que Deus me quer
Será a vida apenas uma corrida prá morte
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito
E mesmo quando errei foi a tentar fazer o bem
Não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém
Vai surgir um raio de luz no meio da porcaria
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia
Vou-me aguentando
A esperança é a última a morrer
Neste jogo incerto o resultado não posso prever
E quando penso em desistir por me sentir infeliz
Oiço uma voz dentro de mim que me diz
Mantem-te firme

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sem vontade de escrever sem vontade de sonhar não sei o que fazer para transmitir o que sinto, tudo gira em volta de acções que tomo e as consequências nunca são as melhores. Cada vez me sinto mais em baixo e sem vontade de lutar pelos meus sonhos. Será que tudo isto valerá a pena?

terça-feira, 24 de agosto de 2010




Não há palavras...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Há muito tempo que não escrevo o que sinto, o que me incomoda o que me perturba. A viajem que faço nos meus pensamentos cada vez dura mais, cada vez é maior.



Não tenho tempo para aproveitar o que me rodeia, para tentar perceber os pequenos sinais que me enviam, a vida está cada vez mais difícil.


O pôr-do-sol quando chega enche-me a alma e faz-me sentir segura e preenchida. Tento aproximar-me do que me faz sentir bem, mas por vezes o que consigo é sofrer mais, não sei porque tenho estes sentimentos todos a vaguear dentro de mim, sei que tenho o apoio necessário para conseguir superar tudo mas falta-me força e força de vontade a minha alma não me pretende chegar mais alto.


As saudades estão a apertar cada vez mais já não sei como aguentá-las.