sexta-feira, 25 de junho de 2010

O que acontece quando se faz um sacrifício, que até por momentos pensamos que é o melhor para nós e para os que nos rodeiam e depois se vem a descobrir que foi o que fizemos pior na vida.



Será tão difícil entender o nosso coração a nossa mente?


Quando se pensa que tudo já está esquecido, vem um pensamento que nos leva de volta ao passado, a um passado doloroso.


Tenho vontade de voltar a atrás e mostrar quem sou realmente, os sacrifícios têm de ser feitos e têm de ser compreendidos não sei como aguentar.


Ter voltado ao passado fez me perceber que não devia ter deixado tudo para trás que não devia ter mudado a minha vida.


Como aguentar? Não sei o que fazer já tentei fazer tudo mas nada muda o sacrifício doloroso.


Deixa-me voltar atrás e tentar ser feliz sabendo que vais estar sempre ao meu lado.

sábado, 19 de junho de 2010

O descanso leva-me a pensar naquilo que fiz e no que abdiquei para meu bem, não sei como reagir a uma vida onde tem que se fazer escolhas e tentar sempre fazer a certa.


Olho para o mar e sinto solidão, há um vento que me toca e me chama a atenção que não há ali ninguém apenas eu e os meus pensamentos.


As memórias fazem-me ter saudades do passado e de querer repetir momentos que me marcaram, há lugares onde me sinto segura e tenho vontade de gritar aquilo que sinto.

Será esta a vida que me espera? Pensar no passado e não querer seguir para o futuro, tenho que ter coragem e arriscar ter vontade de mostrar quem sou e o que sou realmente.


Cada vez se torna mais difícil não ter vontade de largar tudo e de seguir o meu sonho, tendo em conta o que sinto e o que me faz falta.


Não quero sair deste areal, não quero tirar os meus olhos do mar ver as ondas a aproximarem-se e a vontade de entrar lá ser cada vez maior.

Quero conhecer o que não conheço, e recordar o que já esqueci.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Estou saturada de me esforçar e de nada servirem os meus esforços não aguento esta pressão tão grande em cima de mim.



Ninguém merece este tratamento esta força em cima de nós a querer deixar-nos cada vez mais em baixo, cada vez pior.


O que hei-de fazer? Desistir de uma vez como à muito já o devia ter feito. Não combater esta mistura de sentimentos entre os quais estão a tristeza, a desilusão, o ódio e a saturação.


Não quero magoar a minha família, os meus amigos todos aqueles que nos rodeiam, não quero continuar a desiludi-los, como vou conseguir enfrentar a vida?

quinta-feira, 10 de junho de 2010


Pelo menos uma vez na vida todas as pessoas cometem um erro, um deslize, fazem algo que pode destruir a vida.



Como podemos ser totalmente felizes quando cometemos erros por vezes até imperdoáveis? Da Contudo tenho sempre consciência de que dou o meu melhor em todas as alturas em todos os momentos.


A vida é mesmo difícil, cada vez mais tenho a certeza que se vai aprendendo ao longo da vida, ninguém nasce ensinado ninguém sabe tudo, ninguém é forte o suficiente para conseguir enfrentar o mundo de frente.


Agora compreendo o porquê de haver tanta gente a desistir, de não haver força suficiente para todos, devia haver um livro que nos ensinasse tudo o que precisamos de saber para enfrentar a vida.


Os amigos verdadeiros descobrem-se muito facilmente, estes estão sempre presentes sempre em todo o lugar, como devo dizer a alguém que tenho plena confiança em si?


És o meu melhor amigo, sei que posso confiar em ti, sei que os meu problemas são os teus problemas e sei que me vais sempre ajudar a resolve-los.


Não sei o que seria de mim se perdesse alguém tão especial, sei que se não falar contigo, não falo com ninguém.


Mas, também tenho a noção que não falando com ninguém, os problemas vão crescendo dentro de mim e vão piorando a minha vida, tenho que ser capaz de me expressar nem que seja pelas palavras que escrevo.


Os verdadeiros sentimentos nunca estão escondidos nas palavras que escrevo mas sim nas entre linhas nas palavras com duplo sentido os verdadeiros amigos sabem como interpretar cada sílaba que digo cada gesto que faço cada sorriso que dou.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sinto-me inútil, não sei o que fazer para tentar melhorar a minha vida, para tentar ajudar quem me rodeia.

Já não sei como reagir com as situações inesperadas como reagir com os problemas o que hei-de fazer?

As questões continuam a aumentar e as respostas continuam sem aparecer, continuam perdidas algures dentro de mim.

As palavras escasseiam e fogem nunca mais as vou conseguir encontrar e agarrar, como vou conseguir então descrever o que sinto e o que me perturba.

Cada vez mais tenho a certeza de que o melhor seria mesmo ir para outro lugar, desaparecer daqui, descansar, estar longe de tudo para organizar a minha vida e os meus pensamentos.

Como será a minha vida noutro lugar, um lugar que irei conhecer pouco a pouco.