quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nunca sei o que escrever, nunca sei o que pensar, nunca sei o que sentir, não é fácil viver a vida, mas também nunca ninguém disse o contrário.
As amizades mais depressa vão do que vêem, o amor quando vai raramente volta, se tudo fosse fácil, todos eram felizes, todos tinham o que precisavam, ninguém tinha dificuldades.
Mas como recuperar uma amizade que significa muito e está em riscos de se perder, como reparar os erros cometidos, são perguntas que giram no meu pensamento, perseguem-me todos os dias.
Contudo as respostas escasseiam. Será que para tudo voltar ao normal seria preciso voltar o tempo atrás? Voltar ao passado e remediar acções e actos que fizemos? Ou será que se for uma amizade verdadeira vai resistir a todas as barreiras que aparecem? 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Alguém me ouviu- Boss Ac

Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz…

Chorei,
Mas não sei se alguém me ouviu
Então sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga, porque, me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…

Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo...
Busquei,
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo...

Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro
Quando penso que tudo vai passar
Parece que mais me enterro
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver
E penso para mim mesmo será que Deus me quer
Será a vida apenas uma corrida prá morte
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito
E mesmo quando errei foi a tentar fazer o bem
Não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém
Vai surgir um raio de luz no meio da porcaria
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia
Vou-me aguentando
A esperança é a última a morrer
Neste jogo incerto o resultado não posso prever
E quando penso em desistir por me sentir infeliz
Oiço uma voz dentro de mim que me diz
Mantem-te firme

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sem vontade de escrever sem vontade de sonhar não sei o que fazer para transmitir o que sinto, tudo gira em volta de acções que tomo e as consequências nunca são as melhores. Cada vez me sinto mais em baixo e sem vontade de lutar pelos meus sonhos. Será que tudo isto valerá a pena?

terça-feira, 24 de agosto de 2010




Não há palavras...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Há muito tempo que não escrevo o que sinto, o que me incomoda o que me perturba. A viajem que faço nos meus pensamentos cada vez dura mais, cada vez é maior.



Não tenho tempo para aproveitar o que me rodeia, para tentar perceber os pequenos sinais que me enviam, a vida está cada vez mais difícil.


O pôr-do-sol quando chega enche-me a alma e faz-me sentir segura e preenchida. Tento aproximar-me do que me faz sentir bem, mas por vezes o que consigo é sofrer mais, não sei porque tenho estes sentimentos todos a vaguear dentro de mim, sei que tenho o apoio necessário para conseguir superar tudo mas falta-me força e força de vontade a minha alma não me pretende chegar mais alto.


As saudades estão a apertar cada vez mais já não sei como aguentá-las.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O que acontece quando se faz um sacrifício, que até por momentos pensamos que é o melhor para nós e para os que nos rodeiam e depois se vem a descobrir que foi o que fizemos pior na vida.



Será tão difícil entender o nosso coração a nossa mente?


Quando se pensa que tudo já está esquecido, vem um pensamento que nos leva de volta ao passado, a um passado doloroso.


Tenho vontade de voltar a atrás e mostrar quem sou realmente, os sacrifícios têm de ser feitos e têm de ser compreendidos não sei como aguentar.


Ter voltado ao passado fez me perceber que não devia ter deixado tudo para trás que não devia ter mudado a minha vida.


Como aguentar? Não sei o que fazer já tentei fazer tudo mas nada muda o sacrifício doloroso.


Deixa-me voltar atrás e tentar ser feliz sabendo que vais estar sempre ao meu lado.

sábado, 19 de junho de 2010

O descanso leva-me a pensar naquilo que fiz e no que abdiquei para meu bem, não sei como reagir a uma vida onde tem que se fazer escolhas e tentar sempre fazer a certa.


Olho para o mar e sinto solidão, há um vento que me toca e me chama a atenção que não há ali ninguém apenas eu e os meus pensamentos.


As memórias fazem-me ter saudades do passado e de querer repetir momentos que me marcaram, há lugares onde me sinto segura e tenho vontade de gritar aquilo que sinto.

Será esta a vida que me espera? Pensar no passado e não querer seguir para o futuro, tenho que ter coragem e arriscar ter vontade de mostrar quem sou e o que sou realmente.


Cada vez se torna mais difícil não ter vontade de largar tudo e de seguir o meu sonho, tendo em conta o que sinto e o que me faz falta.


Não quero sair deste areal, não quero tirar os meus olhos do mar ver as ondas a aproximarem-se e a vontade de entrar lá ser cada vez maior.

Quero conhecer o que não conheço, e recordar o que já esqueci.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Estou saturada de me esforçar e de nada servirem os meus esforços não aguento esta pressão tão grande em cima de mim.



Ninguém merece este tratamento esta força em cima de nós a querer deixar-nos cada vez mais em baixo, cada vez pior.


O que hei-de fazer? Desistir de uma vez como à muito já o devia ter feito. Não combater esta mistura de sentimentos entre os quais estão a tristeza, a desilusão, o ódio e a saturação.


Não quero magoar a minha família, os meus amigos todos aqueles que nos rodeiam, não quero continuar a desiludi-los, como vou conseguir enfrentar a vida?

quinta-feira, 10 de junho de 2010


Pelo menos uma vez na vida todas as pessoas cometem um erro, um deslize, fazem algo que pode destruir a vida.



Como podemos ser totalmente felizes quando cometemos erros por vezes até imperdoáveis? Da Contudo tenho sempre consciência de que dou o meu melhor em todas as alturas em todos os momentos.


A vida é mesmo difícil, cada vez mais tenho a certeza que se vai aprendendo ao longo da vida, ninguém nasce ensinado ninguém sabe tudo, ninguém é forte o suficiente para conseguir enfrentar o mundo de frente.


Agora compreendo o porquê de haver tanta gente a desistir, de não haver força suficiente para todos, devia haver um livro que nos ensinasse tudo o que precisamos de saber para enfrentar a vida.


Os amigos verdadeiros descobrem-se muito facilmente, estes estão sempre presentes sempre em todo o lugar, como devo dizer a alguém que tenho plena confiança em si?


És o meu melhor amigo, sei que posso confiar em ti, sei que os meu problemas são os teus problemas e sei que me vais sempre ajudar a resolve-los.


Não sei o que seria de mim se perdesse alguém tão especial, sei que se não falar contigo, não falo com ninguém.


Mas, também tenho a noção que não falando com ninguém, os problemas vão crescendo dentro de mim e vão piorando a minha vida, tenho que ser capaz de me expressar nem que seja pelas palavras que escrevo.


Os verdadeiros sentimentos nunca estão escondidos nas palavras que escrevo mas sim nas entre linhas nas palavras com duplo sentido os verdadeiros amigos sabem como interpretar cada sílaba que digo cada gesto que faço cada sorriso que dou.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sinto-me inútil, não sei o que fazer para tentar melhorar a minha vida, para tentar ajudar quem me rodeia.

Já não sei como reagir com as situações inesperadas como reagir com os problemas o que hei-de fazer?

As questões continuam a aumentar e as respostas continuam sem aparecer, continuam perdidas algures dentro de mim.

As palavras escasseiam e fogem nunca mais as vou conseguir encontrar e agarrar, como vou conseguir então descrever o que sinto e o que me perturba.

Cada vez mais tenho a certeza de que o melhor seria mesmo ir para outro lugar, desaparecer daqui, descansar, estar longe de tudo para organizar a minha vida e os meus pensamentos.

Como será a minha vida noutro lugar, um lugar que irei conhecer pouco a pouco.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Não sei o que sinto dentro de mim um culminar de sentimentos preenchem-me e trazem-me insegurança, já não sei muito o que escrever já não há palavras, não há nada para escrever, nada para descrever nada para mudar.

Deixar de escrever e de me exprimir?

Deixar de mostrar quem sou realmente?

Não me sinto bem aqui, não me sinto segura, ir para outro lugar e tentar mudar a minha vida também não sei se será a melhor opção, tentar agarrar-me ao que já me trouxe felicidade?

Mas será que ainda sei o que é a felicidade? O que é o amor? O que será a razão da vida?

Talvez a melhor opção seja mesmo não voltar a escrever, não voltar a falar, não voltar a confiar.

Sei que tudo parece parvoíce mas para puder ficar longe de tudo e de todos é o melhor para mim e para quem me ama realmente.

QUERO IR PARA JUNTO DO POR DO SOL, OLHAR PARA O MAR E VER O REFLEXO DE TUDO O QUE AMO.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Na vida à que saber perdoar, contudo, à que saber ter calma, saber ter paciência e ter em conta todos os segundos, todas as acções tudo o que é dito após uma grande desilusão.



Como hei-de saber se devo perdoar?


Como saber se essa pessoa está mesmo arrependida?


Já não consigo aguentar com este sentimento todo dentro de mim é de mais para mim, custa ter dúvidas.


Querer perdoar, mas não voltar a sofrer, querer ser feliz, mas não saber como, como decidir? Não faço a mínima ideia de como o fazer, já não sei o que sinto.


Porque me magoaste desta maneira que jamais irei esquecer?


Porque foste tão fria, foste e és uma desconhecida para mim. Durante uns tempos pensei que fosses minha amiga, mas parece que me enganei que tudo não passou de uma ilusão.


Acho que tudo o que conheci de ti não existe, nada é real, apenas és um fantasma que neste momento está presente no meu pensamento.


As memórias esquecem-se contudo demoram muito a ser apagadas e esquecidas, até lá estarão sempre presentes sempre que te vir sempre que estiveres presente sempre que precisar de ti.


Não sei se o diga mas por momentos “Fazes-me falta”.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Farta é a palavra que domina dentro de mim, estou farta de rumar contra a maré e de não ter força suficiente para ultrapassá-la.



Recuso-me a passar mais tempo com esta dor nos meus ombros não vale a pena o meu esforço, pois fica tudo na mesma nada muda mesmo quando eu faço de tudo.


Não tenho razão para estar a ultrapassar isto tudo não fiz nada para merecer esta dor que me preenche, me deita abaixo e tenta acabar a minha vida.


Para conseguir exprimir tudo o que sinto tento escrever, tento achar as palavras indicadas e escreve-las com cuidado num pedaço de papel, mas muitas das vezes não consigo encontrar as palavras certas, como é possível isto acontecer?


Já não sei, não há palavras estas desapareceram com o tempo, agora limito-me ao silêncio, solidão e dor.


Na vida todos os dias temos que tomar decisões umas mais difíceis que outras, mas todas elas nos dão cabo da cabeça, pois estas podem influenciar o resto da nossa vida.


As traições, as amizades que se tornaram uma desilusão aparecem e desaparecem como por magia.


Perder uma amizade pode destruir uma vida repleta de sonhos, de vontades, de caminhos e de vontade de viver.


Sinto-me confusa já não sei se devo arriscar se devo sonhar, que rumo dar há minha vida que a pouco e pouco perde a razão.


O meu coração bate com vontade de sonhar, de amar, de tentar ser alguém de mostrar quem sou realmente, mas nada substitui este sentimento que sinto dentro de mim.


Será que a vida pode ter dois rumos diferentes, duas maneiras de ser, duas maneiras de sonhar, de pensar e até sentir?


Já nada é fácil, já nada me dá vontade de tentar ver quem sou realmente, pois esta não sou eu.


Procuro descrever o que está dentro de mim o que me incomoda, mas não há palavras que consigam transmitir tudo realmente.

domingo, 18 de abril de 2010


Vale a pena sofrer por alguém que nos deita constantemente abaixo e que nos quer magoar todos os dias?


Levantar a cabeça seguir em frente, não pensar nos problemas e sorrir é o que devo fazer.


A vida de alguém jovem é feita disto todos os dias, preocupações, sonhos, escola, vontade de sorrir, ter medo, receio, mas nada pode evitar um sorriso bonito e verdadeiro.


Esta é a idade em que nos devemos divertir e não nos preocuparmos com os problemas contudo muitas das vezes eles falam mais alto e fazem com que o nosso sorriso se transforme numa lágrima quente e dolorosa que percorre o rosto lentamente.


Contudo, todos os dias de manha sou recebia por um raio de sol que me alivia a dor que sinto e me da vontade de continuar e não desistir daquilo que quero ser realmente.


Conto todos os dias os segundos que tenho de esperar para estar com os meu amigos verdadeiros,


Que me fazem sentir feliz, nesta fase da vida os problemas devem ser mantidos longe de um sorriso, para que este não se volte a transformar numa lágrima.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A vida é uma viagem, é um rio, é um livro, pode ser descrita de tantas maneiras diferentes, mas todas elas estão relacionadas.



A minha infância foi o princípio do rio, o princípio da viagem e da vontade de realizar sonhos, ou seja, o livro começou a ser escrito.


Quando era criança, era como todas as outras crianças: sonhava que um dia ia ser médica, bombeira, veterinária, que o mundo era muito maior daquilo que é no presente.


A infância é um livro de histórias cheio de aventuras, de sonhos, de magia, tudo o que vem na nossa imaginação.


Com o passar do tempo o rio vai crescendo, o livro aumentando de volume e a minha consciência do mundo mudou, começaram as responsabilidades, as preocupações, a vontade de ajudar, estudar e pouco tempo para relembrar aquilo que já fui.


O esquecimento em relação à infância aumenta, ou seja, estou a esquecer-me do quanto já sorri.


Contudo, o rio irá chegar ao mar, o que significa o fim do rio, a última página do livro e o fim da minha vida, que irá chegar.


Tudo tem o seu tempo e a sua altura, a minha irá chegar para eu sonhar aquilo que fui e o que poderei vir a ser noutra vida.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Toda a minha vida sonhei que iria ter uma vida facilitada, que não me iria custar tanto a ultrapassar estes problemas, que nada iria ser desta maneira.


A minha vida e tal e qual um rio contudo, este tem várias larguras e neste momento está muito pequeno, o que faz com que me custe muito a passar batalhas, a conhecer o mundo, a querer sempre mais e mais.


Olho para o pôr-do-sol e sinto-me relaxada, sinto-me pensativa, sinto-me segura, há algo aqui que me fascina que me tenta chamar e captar a minha atenção.


Não consigo sair daqui, não tenho força para me levantar, esta força está toda acumulada no meu pensamento, mas porque me sinto presa aqui?


As minhas memórias flutuam pela minha cabeça, formando até um filme que podia contar a minha vida em apenas trinta segundos, contudo nada do que aqui está é o essencial.


Há apenas um essencial TU, TU que me iluminas, que me ajudas, que me dás a conhecer como devo ultrapassar os meus problemas, fazes-me sentir segura, vejo em ti acima de tudo um amigo com quem posso contar sempre que preciso.


Contudo, por vezes, pergunto-me a mim mesma se te terei sempre ao meu lado, tu dizes que sim e eu confio em ti, mas no meu coração irá sempre haver medo de um dia te perder, jamais quererei tal coisa.


A vida resume-se no essencial o meu essencial és TU.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Descobrir que se viveu uma vida cheia de mentiras influenciada pelos outros, magoa.

A confusão invade-me a cada segundo e mostra-me que não sei nada sobre mim, sobre quem sou, sinto-me uma desconhecida.

Sinto -me perdida não sei onde pertenço nem para onde devo ir custa-me tanto acreditar que me têm mentido a vida toda, em quem devo acreditar? Todos me dizem coisas diferentes, todos me tentam influenciar.

Todos os dias agora me olho ao espelho e tento acalmar-me, tento organizar a minha cabeça, os meus pensamentos e tento abstrair-me até ficar novamente sozinha, será que nunca conseguirei saber toda a verdade e deixar de sofrer desta maneira tão grande?

Para onde devo ir? Deverei fugir para me deixarem viver a minha vida normalmente? Quero ir com calma não quero crescer tudo de um momento para o outro, quero aproveitar o que a minha vida me oferece.

Como posso lutar pelos sonhos não sabendo quem sou nem do que sou capaz, tudo pelo que lutei até agora já não faz sentido, tenho que deixar tudo para trás e tentar recomeçar do zero.

Tenho os pensamentos a atrapalhar-me tudo, só faço asneiras devia a esta prisão na minha cabeça.

Como posso fazer com que isto tudo acabe?

sábado, 27 de março de 2010


Perdi-me, não sei onde estou, nem para onde ir, já não sei o que me rodeia nem quem eu sou.



Não há ninguém há minha volta não sei como vou sair daqui, nunca conseguirei saber o que me espera.


Talvez seja mais seguro permanecer aqui, aqui já sei o que me espera, ou seja, nada. Apenas posso imaginar uma paisagem que queria que me rodeasse.


O mar, as flores, as montanhas, podiam ser tantas, mas porque é que apenas me rodeia esta cor negra e este vento que me faz sentir doente e insegura.


Tudo isto passará de um sonho?


É realidade? Ou apenas é tudo ilusão?


Tenho vontade de sair, não posso ter medo do desconhecido, tenho que ir conhecer o mundo, ver a beleza natural e não olhar apenas para a escuridão.


O mar, o cheiro a maresia, as ondas a encontrar terra e mostrarem a sua força.


As flores, as montanhas, as ervas verdejantes que cobrem planícies, trazem ar puro, a paz, o sossego, a tranquilidade que só me leva a querer aproveitar.


Quero conhecer mais quero ver o que ainda não vi, o que me espera.


Perdi a vontade de escrever, os meus olhos dizem tudo o papel perdeu a importância.


Lê os meus olhos, irás encontrar a resposta que procuras, para tentares descobrir quem sou realmente e se algum dia poderei conhecer o teu verdadeiro eu.


Os olhos são transparentes nunca mentem, respondem sempre a todas as perguntas que lhes são feitas.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Porque me doi tanto pensar me ti? Terás algum significado na minha vida?



Sinto-me dependente de ti, sinto que me fazes falta que um buraco me está a consumir.


Queria-te perto de mim todos os dias o máximo de tempo possível. Um espaço pequeno mas ao mesmo tempo grande está a querer nos separar eu não queria que tal acontecesse.


O espaço só cria problemas, traz tristeza e saudade de um dia voltar a ser feliz.


A vida tem sempre um não todos os dias tem sempre uma consequência leva-nos sempre a pensar se fizemos o bem ou o mal.


O que se deve fazer quando pensar nos traz piores recordações e mais saudade da vida. Na vida todos os dias tenho de descobrir a razão de viver, a razão de existir, de sofrer, de sonhar.


A vida já não é igual.


Tudo mudou desde que tu desapareceste, contudo, continuas sempre no meu coração, na minha alma, na minha mente.


Fazes-me tanta falta, já não tenho ninguém que me ouça e que me faça entender a vida como tu o fazias, jamais irei encontrar alguém assim.


Sinto falta de olhar para ti e me transmitires uma paz, um carinho, um afecto que jamais irei voltar a sentir.


A minha vida mudou tanto desde que desapareceste, todos os dias, a cada dia que passa estou mais perto de ir ter contigo.


Já não falta muito para te voltar a ver.

quinta-feira, 11 de março de 2010


Uma amizade é sempre feita de sorrisos, lágrimas, tristeza, alegria de tudo o que faz parte desta vida.



Não há amizades verdadeiras todos têm um interesse e algo de mais por detrás, porque não posso sentir que alguém gosta verdadeiramente de mim?


A minha vontade de criar amizades acabou, não há mais força, a minha força esgotou-se quando tentei combater a minha solidão e a minha tristeza e a ajuda nunca chegou.


Porque é que sinto esta confusão na minha cabeça que me bloqueia os bons pensamentos e não me permite voltar a sorrir?


Será que para voltar a sorrir terei de pagar um preço bastante elevado?


Se houvesse uma amizade verdadeira nada disto aconteceria, nada me faria confusão e não sentiria esta solidão gigantesca.


As amigas e os amigos que me rodeiam não percebem o quanto preciso delas para sair deste buraco enorme que a cada dia que passa me puxa cada vez mais fundo.


Preciso tanto que estes sentimentos desapareçam da minha alma para conseguir ficar com a alma e o coração mais leves para me conseguir concentrar no que verdadeiramente merece a minha atenção.


As palavras começam a desaparecer, a vontade de falar escasso, já não sei o que fazer, fico no silêncio à espera que alguém me puxe do escuro e queira fazer com que eu volte ao normal.


Contudo, a espera pode ser longa podem ser dias, semanas, meses, anos, nunca se sabe neste caso a única coisa que me mantém forte é a esperança de um dia me voltar a encontrar.

segunda-feira, 8 de março de 2010


Quando tudo parece estar acabado sem volta a dar, há uma esperança dentro de nós pronta a reacender a qualquer momento.



Na vida tudo tem um sentido, tudo tem uma intenção, nada é por acaso nem nada é deixado ao acaso.


Todos os dias devemos ter um pouco de esperança, mas não demasiada, pois quanto mais alto subimos maior é a queda, a nossa vida já está pré destinada, contudo depende do caminho que seguirmos, o nosso melhor.


O nosso melhor por vezes não é suficiente para atingir metas jamais atingíveis, nunca vou desistir de dar mais que o meu melhor.


Tudo se resume dizendo que a vida é um rio, tem percursos definidos mas alguns alternativos, tem barreiras que só o deixam continuar se tiver força de vontade de encontrar a liberdade.


Mas o que é liberdade?


É não estar dependente de ninguém? Saber o que fazer nas situações mais complicadas quando não temos ninguém?


A liberdade é apenas um estado de espírito, esta existe todos os dias, está sempre presente em nós, temos é de saber como a usar.


Devemos sempre ter alguém ao nosso lado, nos bons e nos maus momentos temos é de saber geri-los, saber separá-los e saber quando e como os devemos enfrentar.


A vida são dois dias, num cometemos erros e aprendemos a viver com eles, noutro aprendemos a remediá-los e a reviver um pouco do que se já viveu.


Para cada um de nós há um livro que se resume á primeira e há última página, o resto são episódios que acontecem e que vêm ditar o fim.

domingo, 7 de março de 2010

A vida tem altos e baixos umas vezes mais baixos que altos, outras vezes mais altos que baixos, tudo tem o seu estado de equilíbrio.



Contudo temos de saber geri-los e enfrentá-los com a nossa maior força, tudo tem um princípio e um fim, portanto nunca nos podemos prender a certas momentos e pessoas, só apenas quando temos a certeza que vai durar que não nos vamos magoar nem arrepender.


Mas porque é que me deixo ir tão abaixo?


Eu devia ter força suficiente para me levantar olhar em frente e seguir o meu caminho, porque não o consigo fazer?


Será que não sou suficientemente forte?


Será que me liguei demasiado a quem não devia?


Eu não gosto de me sentir assim, sinto-me fraca, sozinha apenas rodeada de solidão e esperança de um dia voltar a ser o que era.


Terei de me afastar durante uns tempos para não sofrer?


Preciso de respostas para que possa dar rumo à minha vida, para que consiga voltar a sorrir e poder dizer que estou bem.


A minha vida neste momento não faz sentido nenhum, não tem rumo, não há felicidade.


Sinto vontade de desistir de acabar com este sofrimento e de acabar com o mau estar que causa às pessoa de quem me aproximo, elas não merecem esta minha infelicidade.


Todas as pessoas têm o direito à felicidade, a mostrar os sentimentos e de mostrar um sorriso.


Eu também hei-de conseguir ser feliz.

terça-feira, 2 de março de 2010

Há dias em que ter asas faria toda a diferença, voar para um lugar seguro, calmo onde não houvesse dor e tristeza.


Contudo, por vezes nos momentos mais difíceis e mais complicados basta-nos parar, respirar fundo e aprender com os erros que cometemos.


Por vezes, penso que seria mais fácil desistir de tudo, mas não só iria trazer e causar mais dor e sofrimento, há que enfrentar os problemas sem medo e encará-los como um pequeno obstáculo que tenho que ultrapassar para ser ainda mais feliz.


Não devo deixar os problemas acumularem-se só as estou a atrasar, mas mais cedo ou mais tarde tenho de as encarar.


Será que por vezes devia desistir?


Eu acho que não apenas me estaria a enfraquecer e a incapacitar de sorrir de alegria.


As asas podem vir na mesma mas não voaria para longe dos meus obstáculos, mas voaria para lugares escondidos neste mundo prontos a serem descobertos para mostrarem a sua beleza.


A vida não é só beleza e bons momentos, assim nunca iríamos aprender a viver da maneira mais correcta.


Os amigos e a família estão sempre que é preciso, logo nunca vou desistir desta vida que por vezes só me traz preocupações.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Todos os sentimentos desapareceram tudo se resume a uma só coisa, saudade e vontade de não acordar deste sonho que me consome a cada segundo que passa.



O que se passa comigo? Não sei, sinto que mudei, que já não sou a mesma pessoa.


Olho para o espelho e já não me vejo como dantes, sinto que algo mudou em mim, mas não consigo descrever o quê.


O meu coração bate de maneira diferente, tem sentimentos jamais sentimos.


Amor, talvez, mas de uma forma incrível que me controla o corpo, a alma e que me faz viver num mundo a parte do real, onde tudo se consome através de um beijo com muito carinho e amor.


Porque e que o amor é tão único e por vezes impossível?


Há que lutar por quem amamos verdadeiramente e que queremos ver ao nosso lado durante bastante tempo.


Sinto tanto a falta do bater depressa do meu coração, do nervosismo, da vergonha de todos os sentimentos resumidos num único AMOR.


Um sonho pode e deve realizar-se basta ter vontade e acreditar que tudo é possível.


Eu acredito que este meu sonho se vai realizar e para isso vou lutar para que um dia te possa chamar amor e te poder dizer amo-te, quero-te junto de mim.


O amor só se sente quando se ama realmente, quando se mostra o verdadeiro coração escondido.


Amo-te

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010


Caminhar perante o desconhecido apenas tendo-te como guia da minha vida, como livro de instruções que me diz o que devo ou não fazer.



Dizes-me como deve ser uma verdadeira amizade o quanto precisamos delas, o quanto nos são importantes, o quanto preenchem o nosso coração.


Dizes-me que caminho devo seguir para conseguir ser feliz, para conseguir sorrir e mostrar quem sou realmente.


Contudo não me ensinas como reagir com a tristeza, com a solidão e com o amor.


A solidão parece que nos consome por dentro que nos tira o essencial, aquilo que nos faz crescer, aprender e tira-nos as pessoas que mais nos fazem falta.


Podias me ter ensinado como enfrentar a vida com a cabeça erguida e como reagir perante os problemas mais graves.


Há uma criança dentro de mim, do meu coração que tem apenas dois anos de idade e precisa que a ensines como funciona a vida, esta está desprotegida, não sabe como funciona o verdadeiro mundo.


Esta criança só chora ao colo de alguém que lhe é desconhecido mas que lhe dá conforto e segurança.


Devias me ter ensinado a amar, a ser amada a ver o mundo como uma autêntica bola de cristal que pode a qualquer momento partir e tornar-se um pesadelo.


Porque não me ensinas de novo a viver?

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


O mar, eu preciso do mar.



O cheiro a maresia a acalmar o meu coração, a dar-me força para caminhar em direcção ao sol, para encontrar o verdadeiro caminho.


Sinto vontade de caminhar com a água a bater-me nos pés, estremeço de frio, mas não me importo, sinto-me aliviada, sinto-me livre, sem problemas, sem ninguém a magoar-me.


Sinto-me presa no meu próprio mundo, no meu próprio pensamento, no meu próprio olhar.


Aqui junto ao mar sinto-me livre, segura, confiante, com certezas daquilo que sou capaz de fazer e dizer.


Já não sei o que pensar, mas o mar é o meu remédio, é ele que me cura desta angústia que me cobre todo o corpo e toda a minha alma.


O brilho do mar, a sua serenidade, as ondas a baterem nas rochas, é tão sereno, preciso de ir para junto do mar.


Porquê este sentimento?


Porquê esta saudade?


Entro no mar devagar, deixo que o meu corpo se habitue há água fria, vou caminhando em direcção ao horizonte, contudo paro quando a água me dá pela anca e fecho os olhos, ouço as ondas a encontrarem um caminho e encontrarem obstáculos.


Mergulho e sinto a água a percorrer-me o corpo a provocar-me arrepios, a mostra-me a sua beleza natural.


O mar, não posso viver sem o mar.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010


Não tenho vontade de fazer nada, de falar, de sonhar, de pensar, já nada faz sentido.



Sinto que não tenho força para ajudar quem me rodeia, sinto que sou substituível, que ninguém me dá o devido valor.


A dor que me preenche o coração, a cada dia que passa, aumenta de uma forma imparável, como é possível?


Sinto que não tenho apoio, que nada me prende aqui neste lugar, nesta cidade onde pareço sufocar.


Eu tenho de sair daqui, de ir para um lugar distante onde tenha paz e harmonia e consiga viver os verdadeiros momentos que sempre deveria ter vivido.


O amor que o meu coração tem congelou, ficou gelado, já não tem sentimentos nenhuns, sinto-me tão perdida.


Preciso de encontrar a minha verdadeira razão de viver, a verdadeira razão de sonhar, de sorrir, e q verdadeira razão de viver por um amor verdadeiro.


Como se consegue viver na escuridão, quando não se reconhece nada nem se consegue ver nada em nosso redor?


Não há amigos, não há família, não há amor, não há amizade, não há NADA.


Tenho que encontrar a saída desta escuridão, tenho de encontrar o caminho que tenho de seguir.


Como consigo viver assim?


Não há maneira de ser feliz’


De sorrir?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010


A minha alma, o meu coração chamam por ti, o meu coração não irá acalmar enquanto não te sentir, não saber que estás feliz e que sorris.



Olho em meu redor, não vejo nada que me seja familiar, fico calada e tento reconhecer um murmúrio que consegui ouvir.


É a saudade a expressar-se, dizendo que não te quer longe, que fazes falta, que entras-te na minha vida e que te tornaste importante.


Observo um rio, que significa o tempo, as horas, os minutos, os segundos, em que tu me disseste “SORRI”.


Como poderei esquecer tal coisa? Sorrir, para te ver sorrir, ajudar-te para te ouvir dizer Obrigado.


Já não suporto viver sem ouvir tais palavras, sabendo que estás longe, mas perto e com vontade de sorrir, dizendo que estás feliz.


Como conseguiste tal feito? Fazer com que eu me preocupa-se tanto? Preocupar para te ver :) :) :) :) :) :) :) :) :) :) :) :)


Nada me faz mais feliz.


Percorri um pequeno caminho junto ao rio, onde fui dar a uma pequena planície coberta de giestas e perfumes há muto esquecidos.


Vi uma sombra, senti um perfume, eras tu, só tu para me dizer SORRI :) :) :) :)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Estou presa a esta tristeza e não me consigo livrar dela, o que devo fazer? Estou a sufocar assim.



Não consigo controlar as lágrimas, vindas de um olhar desconhecido, que não consigo reconhecer.


É verdade e com muita pena que não consigo combater esta solidão, esta tristeza, que me come a alma.


Mas…


Não estarei a dramatizar??


Talvez, mas tudo o que me percorre o pensamento é derrubado pela tristeza, pela solidão.


As memórias aparecem e percorrem muito rapidamente o meu pensamento, mostrando que já houve dias em que fui feliz.


Nem eu consigo descrever aquilo que sinto ao perceber o quanto são difíceis estas memórias, e o quanto foi difícil estas memórias viajaram para chegar de novo ao de cima.


Pergunto-me porque é que estas memórias, me fazem ter vontade de fugir daqui, vontade de desaparecer.


Contudo, são experiências vividas, momentos da vida, não me devia sentir assim, pois assim posso ter a noção do que errei, do que posso mudar, de como posso ser feliz.


Sinto necessidade de sorrir, de mostrar felicidade, de fazer os meus amigos sorrir, quem me dera conseguir neste momento o verdadeiro eu.


É verdade sinto falta de carinho, de amor, de ternura, de um sorriso carinhoso, de um olhar brilhante, era tão bom voltar a conseguir ser feliz.


Espero que não demore muito a conseguir esta felicidade tão desejada, há muito esperada, não aguento muito mais.


Contudo, tenho força de vontade, vontade de sorrir, de sonhar. Tenho de conseguir atingir a felicidade.

Dedicado: A ti que me ajudas e me dás força
Perdi a vontade de escrever, de sorrir, de sonhar, de ajudar.



Sento-me no cume do monte, com o sol a bater na minha cara, o vento no meu cabelo.


Aprecio a paisagem e penso no quanto poderia ser feliz, talvez não neste lugar, mas noutro lugar onde recomecerei a minha vida.


Os montes, as árvores, o rio, os animais, que me rodeiam dão-me um sentimento de paz e serenidade.


Neste momento, a única coisa que me vem ao pensamento és tu, tu a pessoa que preenche o meu coração, a minha vida, a minha alma. Os bons momentos retornam há memória. O que posso fazer sabendo que nunca mais irá acontecer nada?


As fotos, os textos, os sentimentos são únicos são imprescindíveis ao meu coração. Não tenho ideia do que posso fazer.


Com o vento, correu um aroma suave e doce de rosas vermelhas colhidas com muito amor e carinho.


Passado algumas horas ouço passos a aproximarem-se, um perfume conhecido, alguém especial que faz parte do meu coração.


Eras tu, alguém indispensável a minha vida, a minha felicidade, ao meu ser.


Não aguento esta distância que esburaca o meu coração lentamente.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010



Horas, dias e meses passam a correr, como se tudo se passasse num único dia.



Já não tenho força para controlar todas as situações que me rodeiam, as situações que têm que ver com o meu bem ou com o meu mal, não tenho força.


A minha cabeça parece um vácuo, não tenho nada em que pensar, nada onde me agarrar, nada que consiga segurar-me.


Está tudo vazio.


Olho para o que me rodeia e nada faz sentido, nada me prende, nada me parece familiar, não reconheço nada de nada.


Quem sou?


O que faço aqui?


Essas são as perguntas principais, para conseguir responder ao resto.


A minha cabeça está um caos, pensamentos soltos, imagens soltas.


Será que reconheço algo, será que são recordações de um passado ou de um presente já esquecido?


Não posso ficar assim eternamente.


Tenho que esquecer o passado, o presente e seguir para o futuro, recomeçando uma nova vida.


Mas o que é a vida?


Como sei que a posso recomeçar?


Como sei o que posso fazer, para ser feliz?


Reconhecer alguém que já me foi importante seria bom, ter apoio, ter um ombro amigo, ter um abraço, ter um beijo, e sentir aquela força.


Porque é que me esqueci?


Será que nada faz sentido? Nada era importante?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010



A vida prega-nos partidas a toda a hora, perdemos amigos, fazemos novas amizades, mas o que nos marca o coração já mais se esquece.



Sentir falta de algo que em tempo já nos completou é sinal que ainda devia fazer.


Não sei o que fazer da vida sabendo que não te tenho ao meu lado, a apoiar-me, a abraçar-me, a fazer com que eu me sentisse protegida.


Tenho vontade de desaparecer da face da Terra, sabendo que nunca mais irei sentir os teus braços o teu calor, aquela tua força que me rodeava e me fazia sorrir como se não houvesse amanhã.


Não faz sentido sentir tanto a tua falta, passado tanto tempo.


Erguer a cabeça, olhar para o futuro, tentar esquecer-te, guardar-te numa caixa bem pequena, para que não me doa tanto.


Sinto-me feliz e triste, com vontade de sorrir e chorar, já passei tanto contigo fico feliz, sabendo que já te perdi, fico triste com vontade de desaparecer.


Será que as recordações irão sarar as feridas abertas?


Ou será que ainda me vão fazer pior?


Amizade verdadeira só há uma a nossa já foi, agora tenho de procurar outra já que não posso lutar por ti.